Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil
Enviada em 16/06/2020
Na época da colonização portuguesa, somente quem possuía bens e riquezas poderia ter uma educação de qualidade. Atualmente, não é diferente, pois em março de 2019, o Governo Federal cortou quase 5 milhões da educação, em abril, um contingenciamento das escolas, institutos e universidades de 30%. Portanto, nota-se que a crise, sucateamento e inadimplência, que o Brasil está vivendo há alguns anos, afeta diretamente a educação pública. Consequentemente, com a economia e educação prejudicados, há um grande déficit do ensino básico para a faculdade e, deste modo, a falta de formação dos alunos.
Primeiramente, é válido citar que, de acordo com Plano Nacional de Educação (PNE), os alunos do ensino básico não estão alcançando a média necessária nas provas, ou seja, o nível da qualidade da educação está baixo. Por causa disso, o aluno ao chegar na faculdade, sofre uma onda de desestimulação por causa da sua incapacidade de compreender o objeto de estudo. demais, por consequência da carência de investimento na educação, as universidades sofrem com a ausência de manutenção e objetos necessários em aula, como nos laboratórios que, para observar um experimento, é preciso de reagentes e vidrarias. Então, o indivíduo ao chegar na faculdade, se esmorece com seu baixo nível de conhecimento e com a pobreza da estrutura.
Por conseguinte, o sujeito ao abandonar seu curso superior, se depara com a falta de formação intelectual e com a baixa perspectiva de empregabilidade. Porém, a inexistência de uma educação básica e continuada não afeta somente um indivíduo, mas a sociedade como um todo, pois, futuramente, o mercado de trabalho será menos capacitado.
Portanto, é mister que a universidade tenha arrecadação de verbas para manutenção e reposição de materiais. Urge que ela crie, por meio de uma gestão compartilhada, uma parceria público-privada, como o objetivo de melhorar a saúde financeira das instituições de ensino, o acordo será de investimento por parte da empresa e pesquisas que serão feitas pela faculdade. Destarte, será possível estruturar o ensino e tornar mais atrativo para o aluno as universidades.