Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil

Enviada em 14/07/2020

O filósofo Jean Jacques Rousseau afirma que o homem nasce livre, mas por toda parte encontra-se acorrentado. Nesse sentido, ao analisar-se a evasão universitária, muitos jovens e adultos recorrem a essa opção porque encontram-se acorrentados por falta de recursos e assistência, e problemas pessoais. Diante disso, faz-se necessário discutir-se os desafios para a diminuição dos índices no Brasil.

Nesse contexto, pode-se citar a falta de recursos e preparo tanto em redes públicas, como exemplo, o despreparo em receber portadores especiais, quanto em redes privadas, a inadimplência. O descumprimento de uma obrigação, como o não pagamento de bens ou serviços até sua data de vencimento, recebe o nome de inadimplência, consequentemente gerando juros que leva a desistências dos estudantes.

Sob esse viés desenrola as problemáticas pessoais. Entre elas, a chegada de um filho acarreta muitas responsabilidades, demanda mais tempo de atenção, as despesas aumentam, fazendo com que o tempo vá para os filhos e trabalho. Sendo assim, fica complexo a conciliação entre filhos, trabalho e universidade, aumentando o gatilho para evasão universitária.

Portanto, cabe ao Ministério da Educação a imposição de palestras e projetos com profissionais de diversas áreas, para o melhor direcionamento na escolha da faculdade para diminuição da evasão universitária. Para mais, cabe a esse mesmo agente promover a inovação dos métodos de ensino, com tecnologias educacionais, e uma parceria com as redes privadas, para fornecerem acordos em relação a pagamentos, como forma de auxilio aos acadêmicos. Só assim, a taxa de evasão universitária será minimizada no país.