Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil

Enviada em 16/07/2020

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito á educação e ao bem estar social. No Brasil, atualmente os deafios para diminuir os índices de evasão universitária, impossibilita que essa parcela da população desfrute do direito universal a educação. Portanto, não a dúvidas, que o abadono a faculdade, aconteca constantemente, por medo de não ser capaz de concluir o curso, mas também por problemas financeiros. A questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade.

E possível perceber que, no Brasil, o medo influência nas emoções do universitário, e mesmo tendo o conhecimento passado exsite a falta de um apoio psicológico para lidar com aquele ambiente que e novo. Este fato ocorre, muitas vezes, por existem poucas leis que visam profissionais para lidar de forma individual com cada aluno. Cabe ainda ressaltar, os problemas financeiros, como um dos principais da evasão universitária.

A princípio, os problemas do ensino de baixa qualidade das escolas públicas são os maiores empecilhos. Melhorar a estrutura do ensino básico é um projeto de longo prazo, e o Brasil precisa de uma intervenção para alunos que estão entrando agora na universidade. Sendo assim, é importante que as Instituições de Nível Superior auxiliem os estudantes, inserindo nos primeiros semestres apenas os conceitos básicos que serão necessários ao longo do curso.

Deste modo, os universitários terão o que o psicólogo Carl Rogers conceitua de “condições facilitadoras” no ambiente educacional, que é possibilidade de poderem desenvolver as potencialidades que o aprendizado pode proporcionar aos estudantes. Fica evidente, a necessidade de iniciativas tanto governamentais, quanto das próprias instituições universitárias, para que os alunos não acabem evadindo e tendo prejuízos financeiros como o protagonista do livro de Dostoievski.

Portanto, é mister que as universidades invistam em políticas educacionais, criando disciplinas com horários mais flexíveis bem como células de nivelamento dos conceitos fundamentais que serão abordados em disciplinas, para facilitar o aprendizado e, dessa forma, eles não evadirem por baixo desempenho. Contudo, os governos federais, estaduais e as prefeituras, precisam investir em bolsas de auxílio financeiro, além de ofertar estágios remunerados compatíveis com a carga horária das disciplinas, para que os alunos tenham condições de continuar se mantendo na universidade, até o fim do curso sem passarem por tantas dificuldades.