Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil
Enviada em 12/07/2020
Consoante a pesquisa do MEC (Ministério da Educação), a quantidade de matrículas nas universidades tem aumentado gradativamente, no entanto a média de evasão universitária é de 21% no Brasil. Ao analisar a situação, a base que se extrai como fonte do problema, está diretamente relacionado com as condições sociais e governamentais que estão expostas aos estudantes visando o abandono antes de concluir curso acadêmico.
Atenuando um dos desafios que abrange na desaplicação do educando no curso das faculdades, é a falta de domínio dos conteúdos básicos no processo de formação na escolaridade pública, que dificulta o aprofundamento e desenvolvimento da aprendizagem do curso. Ao ingressarem, não conseguem acompanhar porquê suas formações anteriores não foram suficientes e adequadas, e estão submetidos pelo despreparo e suas perspectivas se tornam contrárias, tendo em mente não dar prosseguimento para completarem a graduação. É de total importância incluir aqueles que são portadores de alguma deficiência e estão desprovidos de acessos ás necessidades especiais, que são escassas em determinadas faculdades.
Seguindo essa linha de raciocínio, leva-se em consideração os aspectos socioeconômicos de cada indivíduo, que o toma como consequência abandonar a universidade, em outras palavras pode-se dizer que a classe social é um dos meios de impedimento por altos gastos, de modo que haja preferência por outro curso que seja menos desgastante ou até mesmo enjeitar a continuar, em adição a adoção pelo método EAD (Educação a distância) que acaba sobrecarregando pela indisponibilidade de tempo, assim, levando a desistência do curso, como também a dificuldade em conciliar o trabalho com os estudos, uma vez que é preciso de um complemento para renda familiar.
Visando mitigar o problema abordado é preciso maior regulamentação do ensino público através de projetos e investimentos na educação, para que a prática de estudos se adequem melhor no engajamento no ensino superior, como também usar medidas governamentais a fim de combater a desigualdade de poder aquisitivo, com uma distribuição de renda para que todos consigam estabilizar-se com uma rotina de estudos propícia, e é preciso que o governo invista em pesquisas para atinar as causas do problema com intenção de anulá-lo.