Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil
Enviada em 15/07/2020
“No meio do caminho tinha uma pedra/Tinha uma pedra no meio do caminho”. Esses versos do poeta Carlos Drummond podem ser associados, metaforicamente, a um problema atual, já que, em meio a uma era de avanços, as evasões universitárias no Brasil funciona como uma “pedra” que abrasa o desenvolvimento do país. Logo, faz-se necessário analisar as causas e consequências desse imbróglio, a fim de mitigá-lo.
Em primeiro plano, as evasões universitárias são um fenômeno decorrente a sequências de fatores, como questões sócio econômicas e a falta de preparo dos adolescentes em escolher um curso desejado, prejudicando a sua carreira profissional futuramente. Nessa perspectiva muitos alunos possuem dificuldades em escolher suas áreas de conhecimento, por isso ao iniciar um curso descobrem que não é algo que desejaria estar aprofundando.
Em segundo plano, é capaz de notar segundo as pesquisas do INEP (Instituto Nacional de Estudo e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira) que as taxas de evasões universitárias nos últimos 10 anos teve um constate aumento de 21%, sendo mais de milhão de estudante. Além disso geralmente as desistência ocorrem ainda no primeiro e segundo período da faculdade, prejudicando tanto a si próprio em relação a uma possível perda do potencial intelectual e consequente desemprego no futuro, quanto quanto as próprias universidades que vêem seu planejamento e reputação prejudicados.