Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil
Enviada em 16/07/2020
A evasão universitária é um fato prejudicial que atinge instituições do ensino superior no Brasil. No entanto, seus desdobramentos vão muito além do campus e da vida acadêmica. Para cada aluno que abandona seus estudos, há uma perda considerável de potencial intelectual, financeiro e social. Assim ações são fundamentais para alterar esse panorama nacional.
A priori, é imprescindível ressaltar que a evasão traz uma série de danos imateriais e materiais para as academias. Ela impacta o planeamento anual e prejudica o próprio funcionamento acadêmico. Assim como a insolvabilidade, a evasão causa uma retirada de recursos, necessários para a manutenção de um ensino de qualidade e para investir em melhorias. Uma universidade que se vê arrasada por um índice crescente de alunos evadidos pode ser comparada a um organismo debilitado, que, aos poucos, vai perdendo a firmeza e a relevância.
Contudo, é urge analisar que cada aluno tem um custo de captação e retenção, ou seja, um estudante demanda um investimento X anual, porém gera um retorno Y. Esse sistema precisa se manter em equilíbrio. Quando isso não acontece, gera-se uma situação complicada. Além de identificar as raízes do problema, é preciso desenvolver estratégias de contingência e prevenção a curto e longo prazos.
A partir, portanto, dos elementos observados, ao analisar o impacto acadêmico e o desequilíbrio do sistema, percebe-se a influência desses no delongamento para conter os impactos causados pela evasão universitária, tornando-se necessária a realização de medidas capazes de amenizar tal entrave social. Nessa dinâmica, a gestão desempenha um papel fundamental: cabe a ela controlar custos, investimentos e monitorar o retorno, prevenindo o desequilíbrio da balança.