Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil

Enviada em 19/07/2020

De acordo com dados do INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), a taxa de evasão no ensino superior se manteve constante nos últimos 10 anos, girando em torno de 21%. Essa situação é muito prejudicial para os alunos em solo Tupiniquim, pois sob tal perspectiva eles estão despreparados para ingressar no mercado de trabalho. Atualmente esse cenário permanece devido a impossibilidade da realização de aulas presenciais e também em consequência da falta de recursos dos alunos para se manter em redes de ensino privadas. Nessa perspectiva, é essencial que medidas eficazes sejam implementadas a fim de reverter o cenário vigente.

A priori, é válido reconhecer como esse panorama representado pela utilização do EAD (Educação a Distância) em 100% das instituições de ensino no ano de 2020, devido a pandemia do COVID-19, é prejudicial para grande parte dos brasileiros. Tendo em vista que é muito difícil a adaptação aos novos meios de ensino. Facilitando assim, o processo de desistência dos universitários por seu curso.

Outrossim, também é importante observar que devido a atual condição mundial, as universidades privadas dificilmente conseguem manter todas as bolsas de  estudos, sejam elas integrais ou não. Sob tal perspectiva fica claro que alunos que dispõe de pouca verba e residem seus aprendizados em uma instituição particular, estão mais propícios a desistir de cursar o ensino superior.

A partir, portanto, dos elementos observados, ao analisar a influência das aulas não presenciais e da falta de recursos na desistência de cursar graduação, torna-se necessária a realização de medidas capazes de amenizar tal entrave social. Uma sugestão é aplicar as mensalidades das instituições de ensino de acordo com as condições financeiras de cada aluno. Sendo assim, o acesso a educação mais igualitário em solo brasileiro.