Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil

Enviada em 12/08/2020

Dentre as célebres obras da filosofia, destaca-se a alegoria platônica da cidade ideal, obra em que Platão aponta uma sociedade justa, igualitária e regida pela educação. Em contra partida, o Brasil se construiu sob contexto de disparidade social, visível em sua educação, que, pela falta de políticas efetivas no auxílio estudantil, apresenta uma das maiores taxas de evasão do ensino superior, sendo nescessário medidas de solução ao impasse.

Em primeiro lugar, vale salientar sobre a dificuldade da maioria dos estudantes em se manter durante o curso, um dos principais motivos para a desistência do ensino. Que pela falta de verba vinda do estado, as universidades passam por uma rígida seleção dos jovens que ganharam os auxílios presentes, infelizmente essa ajuda não atende toda a parcela dos estudantes, e muitos que se deslocam e não se mantém, desistem do curso. Como afirma dados liberados pelo ministério da educação.

Em 2011, entrou em vigor a prática a lei de cotas, que resguarda uma parcela estudantil, assegurando igualdade. Entretanto, de nada adianta uma maior chance de aprovação, se a própria instituição não tem igualdade ao oferecer os aparatos nescessários para a permanência, o que dificulta e prejudica o jovem no âmbito financeiro e social. Segundo o instituto Lobo, essa evasão afeta tanto faculdades públicas quanto particulares.

Portanto, medidas são nescessário para resolver o impasse. Com o objetivo de  de assegurar moradia e alimentação direito de todos os alunos de baixa renda. O ministério da educação vinculado a gestão da economia, liberaria um maior percentual para instituições públicas, por meio de projetos enviado a câmara dos deputados, tal medida visa a extensão de projetos sociais, além de abranger para alunos aprovados pelo ProUni, que não tem programas nas particulares, reduzindo a evasão do ensino.