Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil

Enviada em 19/04/2021

Por lei, a educação é um direito de todos e dever do estado e da família, contudo, há uma crise da educação brasileira que está ligada diretamente às desistências dos cursos por universitários. Diante

disso, surge a necessidade de identificar como causas e combater a evasão ocorrente esses estudantes de ensino superior.

No entanto, diversos problemas estão levando a esses acontecimentos, como a falta de afinidade com as disciplinas, por exemplo. Muitos vestibulandos apresentam por uma área a qual nem tem conhecimento sobre uma série curricular, prova disso são as trocas de cursos, que segundo o censo, é sendo bem recorrente quando se trata de trancamento. Ademais, o Censo afirma que a EAD , tem um percentual de evasão 5% maior que o ensino presencial. Todavia, por não ter contato diretamente com os discentes e por ser um ensino direcionado às pessoas que já tem uma certa carência de tempo livre e de condições financeiras, fatores os quais contribui para evasões.

Além disso, o estado que tem como fornecer um ensino de qualidade aos cidadãos, está precisando urgentemente melhorar a qualidade do ensino fundamental ao médio, pois se o aluno não tem conhecimento do básico, não irá compreender o avançado. Essa realidade não está presente apenas nas escolas públicas, como instituições também supra crescendo com alto índice de 24% das desistências, segundo dados do INEP.

Portanto, o MEC, deve criar projetos e campanhas que vão em escolas, para contas de cursos, mostrando amplamente o que será estudado e a demanda da área, assim como também fazer parcerias com pedagogos, que podem criar um plano de estudo, de acordo com o tempo de cada um daqueles que já estão na faculdade, mas que estão com dificuldades de conciliar os deveres com as aulas, para que o vestibulando venha ter uma noção se realmente é o curso que vai querer estudar, por outro lado, ter acesso ao um planejamento para não acontecer conflitos entre trabalho e escola. Pois segundo Paulo Freire, “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”.