Desafios para a diminuição dos índices de evasão universitária no Brasil
Enviada em 22/04/2022
A Constituição de 1988 garante, na teoria, o direito à educação a todo cidadão brasileiro. No entanto, o elevado índice de evasão universitária no Brasil impede, na prática, a concretização desse direito, visto que em março de 2019, houve um corte de 4,9 bilhões da educação pública. Dessa forma, urgem medidas governamentais e civis para diminuir essa problemática,uma vez que essa estatística tem consequências danosas ao país.
Em primeira análise, cabe abordar que , segundo o pensamento de Thomas Marchal, sociólogo britânico, a cidadania é um conjunto de direitos civis, políticos e sociais, como a educação. Entretnto, o suateamento do ensino público brasileiro constitui um desafio a essa afirmação, já que há uma falta de investimentos promissores nas universidades. Isso é perceptível na medida em que, de acordo com o site G1, o Ministério da Educação anunciou o contigenciamento de 30% das verbas destinadas às faculdades públicas. Dessa forma, uma consequência perceptível é a dificuldade para a aquisição de instrumentos e insumos básicos para os estudantes,como materiais didáticos e até mesmo cirúrgicos.
Outrossim, vale salientar que a inadinplência representa um impasse no que se refere à diminuição dos indíces abandono universitário. Nesse viés, vale salientar que muitos universitários de baixa renda possuem dificuldades para arcar com os custos da faculdades privadas, já que necessitam de trabalhar para pagar a instituição. Diante disso, infelizmente, é possível afirmar que há a desistência da graduação de interese do cidadão.
Portanto,medidas são necessárias para atenuar esse problema. Para tanto, o Ministério da Economia, órgão responsável pela formulação e execução da política economica do país, deve arrecadar mais verbas e destiná-las às universidades públicas, por meio do aumento de impostos às empresas privadas, para que atenue o sucateamento das intituições públicas. Ademais, o governo em parceria com empresas, do ramo de financiamento, devem aumentar as linhas de crédito aos alunos de rede privada, por intermédio de projetos estudantis,com o intuito de reduzir os indíces de inadimplêcia, além da evasão universitária. Somente assim, a premissa da Carta Magna será concretizada no Brasil.