Desafios para a educação da população indígena no Brasil
Enviada em 29/03/2020
Os povos indígenas tem o direito de ter uma educação eficiente e que se encaixe no seu modo de vida e na sua cultura. Para entender isso, um parâmetro importante é a Constituição de 1988, pois antes dela, o índio teria que se adequar a comunhão nacional. Nos dias de hoje, mesmo com a obrigação da aplicação dessa exigência, isso realmente está sendo cumprido?
À quatro anos atrás, dados mostram que a população indígena é a que menos comparece às questões educacionais no Brasil, ou também, não conseguindo ser selecionados em vagas gratuitas nas faculdades privadas. Obviamente com esse resultado ruim, algo de errado está acontecendo na aplicação da educação para com os indígenas.
Em algumas universidades famosas, cerca de apenas 1.022 indígenas tem bolsa integral, apenas 49.026 indígenas se matricularam no meio de tantos outros alunos de tantas outras raças. Isso por que os índios ainda sofrem das antigas escolhas do Estado de colocar a educação contra os povos indígenas, fazendo assim com que eles tivessem que deixar suas próprias línguas e culturas, para que houvesse a unificação da educação. “A educação escolar foi usada em vários momentos pelo Estado contra os povos indígenas”, conta a antropóloga e indígena Kaingang Joziléia Jagso. Entretanto, graças a essa Constituição de 1988, essas normas culturais tem mais chances de serem cumpridas na forma de educação desses povos.
Para melhorar a educação e integração para com os indígenas, o governo deveria aumentar a educação gratuita da população indígena adulta, para que esses pudessem ensinar para os mais novos em suas próprias línguas, obedecendo, intensificando e nunca esquecendo a cultura nativa de cada um dos povos aos quais pertencem. Além disso, a permanência da língua nativa de cada criança nos livros educacionais. Mantendo a cultura em que estão acostumados, eles teriam mais disponibilidade para com a educação.