Desafios para a educação da população indígena no Brasil
Enviada em 15/06/2020
No brasil, durante o período colonial, Pero Vaz de Caminha descrevia os índios como sujeitos que precisavam ser civilizados. Com o primeiro contato, entre europeus e os moradores nativos, ocorreu um “Desencontro de Culturas’’, devido à imposição cultural, genocídio e submissão dos indígenas. Por meio da visão etnocêntrica dos portugueses, esses cidadãos ainda encontram impasses no desenvolvimento estudantil.
A constituição de 1988, passou a desenvolver um sistema para defender os direitos e interesses indígenas. Entretanto, o descaso do governo afeta essa problemática. O número de indígenas que participam na formulação das metodologias educacionais são bem baixos. Com etnocentrismo dos europeus, os índios eram chamados de “selvagens”, devido sua maneira distinta de viver.
De acordo com informações do Censo 2010, cerca de 0,4% da população brasileira é formada por índios, um total de 800 mil vivendo no País. Dessa forma, vemos a desconsideração que o governo tem com esses povos, deixando poucos pedaços de terras para eles. O etnocentrismo também consiste na intenção do “outro”, pode vir muitas vezes por ações violentas, e tentativa de destruição do “outro”.
Diante dessa conjuntura, a educação indígena ainda promovem problemas que necessitam de intervenções. Uma delas é que a mídia, peça a população apoio, através dos meios de comunicação, para que os índios consigam territórios maiores. Outrossim, faz-se necessário que o MEC- Ministério da Educação- estabeleça uma grande curricular, na qual estejam presentes ações que façam parte do cotidiano da cultura indígena. E também, o aumento do número de escolas e professores indígenas.