Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 16/08/2022

No convívio social brasileiro, são notórios alguns desafios para a educação de pessoas em transtornos neurológicos nas unidades escolares. Entretanto, essa parcela social ainda não possui total inclusão nos ambientes acadêmicos, o que requer muita repulsão de aprendizagem que podem manifestar comportamento problemáticos, como: falta de atenção, perca de interresse por novas atividades e dificuldades para seguir instruções de professores.

Diante desse cenário, é importante pontuar que os transtornos neurológicos são doenças que acometem as estruturas do sistema nervoso, ou seja, é responsável por transmitir impulsos elétricos que resultam em movimentos voluntários e involuntários. Na obra “Triste Fim de Policarpo Quaresma” De pré-modernista Barreto, Major Quaresma acredita que bastava a superação de alguns obstáculos para o Brasil tornar-se uma nação nacional desenvolvida. Nesse sentido, é perceptível que o país as pessoas que possuem problemas neurológicos não obtêm de serviços de qualidade, logo, se o protagonista estivesse vivo hoje, certamente classificaria como falta de recursos tanto da parte pública e privada.

Além disso, a falta de atenção, perca de interesse por novas atividades e desinteligência para seguir instruções são algumas das causas que acabam dificultando mais a compreensão dessas pessoas. E perceber esse empecilhos, é uma forma de fazer acontecer o conhecimento significativo.

Portanto, são necessárias medidas para combater os desafios na educação de pessoas com transtornos neurológicos. Nesse sentido, a rede pública e privada devem garantir acompanhamento específicos, direcionando à dificuldade de forma mais precoce possível aos estudantes com dislexia, TDAH, entre outros. O Governo, em parceria com os neurologistas deve garantir um atendimento diário nas escolas, e os professores têm que proporcionar uma grade mais flexível. Com isso, será possível ter mais inclusão nos ambientes acadêmicos.