Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 18/08/2022

Para o fundandor do pró-inclusão “A inclusão acontece quando se aprende com aa diferenças e não com as igualdades”. Análogo a isso, é fundamental que os estudantes com dificuldades mentais possam vivenciar os benefícios do estudo, uma vez que o acesso ao estudo igualitário deve ser vivenciado por todo cidadão. Nessa perspectiva, um fator que contribui para o atraso na educação igualitária, é as escolas não identificarem os padrões de diferenças e também, o preconceito dos colegas com o diferente. Diante disso, é necessário mitigar essa mazela.

É válido ressaltar antes de tudo, os motivos que levam as escolas a não ofertarem assistência necessária aos alunos com metabolismo diferente.“Inclusão não é educar alunos com dificuldades em ambientes que não mudaram nada”, frase dita por Maria Teresa pesquisadora da Unicamp, que destaca o maior problema para garantir a educação para aqueles que necessitam de maior atenção, que é o fato do espaço escolar não se preparar para identificar as diferenças de comportamentos no espaço escolar. Como é o caso do Tdah- um transtorno que dificulta a atenção- e faz com que uma parcela de estudantes não entenda o conteúdo. Nesse contexto, é fundamental capacitar os profissionais de ensino.

Além disso, outro fator que compromete o aprendizado de alunos “especiais” é o preconceito. Todos têm capacidade de desenvolver aptidões, porém a antipatia prejudica a busca por sabedoria. O filme “The good doctor”, tem como personagem principal um doutor autista, que consegue ser médico em um hospital prestigiado. Sob essa óptica, é notório que alcançar posições renomadas é pra todos, mas antes deve-se quebrar a aversão presente na sociedade, de modo que o estudo se torne homogêneo. Isso deve ser feito ainda no ensino fundamental, pois assim os infantos crescem na igualdade e o grupo “excluído” pode desfrutar o aprendizado

Desse modo, para quebrar os desafios da inclusão deve-se educar a sociedade.

Cabe ao Ministério da educação, desenvolver cursos que capacitem o educador, de modo que em salas de ensino consigam oferecer conteúdo que alcance á todos. Também, que as escolas ensinem os alunos a respeitarem as diferenças, como o “programa semente”, responsável por ensinar conceitos de empatia e respeito ao próximo, a fim de garantir harmonia. Dessa forma, pode-se garantir os direitos.