Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 27/08/2022
Os transtornos neurológicos são doenças que prejudicam o sistema nervoso, fazendo com que o indivíduo tenha dificuldades cognitivas. Sendo assim, pessoas que sofrem com tais transtornos tem dificuldades com suas atividades diárias, e com o aprendizado não é diferente. Portanto, em sala de aula, alunos com essas dificuldades podem sofrer muito com o bulling, além de terem mais dificuldades de assimilação de informações, demandando atenção especial dos professores.
Primeiramente, nas escolas brasileiras, existe uma forte presença do bulling, isso é, crianças perturbando outras crianças por meio de agressões físicas e verbais. Portanto, alunos com transtornos neurológicos são mais suscetíveis a essa triste realidade das escolas brasileiras. Isso acontece por causa da alta dificuldade de relacionamentos sociais que pessoas com transtornos neurológicos tem, como as pessoas diagnosticadas com autismo, que no geral lidam com desafios cognitivos e motores, sendo estranho ás outras crianças e, portanto, sendo alvo de brincadeiras de mau gosto.
Em segunda análise, é necessário que os professores estejam preparados para receberem pessoas com transtornos psicológicos em sala de aula, pois o mesmo é o mediador da inclusão dessas pessoas, promovendo o contato inicial do aluno com o ambiente educativo. Portanto, o docente deve se utilizar de metodologias que permitam o aprendizado de tais pessoas, dando atenção especial e individualizada para tal aluno, além de poder ser acrescentado estímulos visuais para aumentar o foco de tais alunos.
Por conseguinte, o Estado deveria implementar políticas públicas por meio do ministério da educação que limitasse o número de educandos de 15 a 20 nas salas que possuíssem alunos diagnosticados com algum tipo de transtorno neurológico, visando favorecer o ensino individualizado e a diminuição do bulling com os mesmos, tendo em vista o número de alunos reduzido causando uma facilitação da fiscalização dentro da sala de aula por parte do professor.