Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 22/08/2022

A Organização mundial da saúde, define que, Saúde é um completo bem- estar físico, mental e social e não somente a âusencia de doenças. Todavia, nas escolas brasileiras, pode-se notar que, o estigma associado ás pessoas que possuem transtornos neurológicos tem se mostrado cada vez mais presente. Deste modo, contribuindo para consequências negativas para o desenvolvimento e futuro das pessoas que vivenciam a doença.

Em princípio, a falta de inclusão das pessoas que vivem com transtornos mentais nas escolas é um fato que requer atenção das entidades educacionais. No livro, Flores para Algernon,de Daniel Keyes, retrata a historia de Charlie Gordon, um jovem que vivia com déficit intelectual grave, e que após passar por um experimento ciêntifico, adquire alto grau de inteligência. Já na vida real, pessoas que sofrem de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, por exemplo, não possuem os mesmos métos que Charlie para conviver e aprender em sociedade.

Por consequência, acabam desenvolvendo outros transtornos como; depressão, ansiedade, baixa auto-estima, entre outros. Segundo Paulo Freire, filósofo e educador Brasileiro, Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.

Sendo assim, fica claro a importância da inserção de projetos para a inclusão de pessoas com trasntornos neurológicos nas escolas brasileiras. Cabe ao Ministério da Educação, por meio de palestras apresentar a impotância do assunto aos estudantes e orientações aos professores para que assim consigam atender a todas as demandas educacionais de seus alunos, utilizando materiais específicos e tornando mais didático o aprendizado, contribuindo assim para uma sociedade mais justa e respeitavel.