Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 24/08/2022
A Constituição Federal Brasileira diz, no artigo 205, que a educação é direito de todos e dever do Estado e da família. No entanto, é visível o quanto crianças e jovens com transtornos neurológicos sofrem com a negligência de educação especial e inclusora. Essa carência é fruto do pequeno número de profissionais qualificados e do desleixo dos pais quanto à condição dos filhos.
É incontestável que os transtornos neurológicos, independente do grau em que se apresentam, devem ser bem tratados. Por esse motivo a especialização de professores se faz tão necessária - sem ela, os alunos não conseguem obter um bom desempenho academico, além de ficarem impedidos de ter seu direito à educação especial. Vale ressaltar também, que a falta de profissionais capicitados se dá pelo descaso do Estado, que não cumpre seu dever previsto na Constituição ao não garantir que crianças e jovens com autismo, hiperatividade, deficit de atenção e outos transtornos, recebam o devido acompanhamento.
Outro ponto a ser observado, é a prostergação da família causada pelo estigma relacionado a doenças e transtornos mentais, que gera preconceito e discriminação. Sendo assim, aceitar a condição do filho e procurar conhecer a respeito do problema, é essencial para que seja dado a crinaça um ensino de qualidade e um bom acompanhamento. Com o apoio da família e de profissionais, o jovem pode então se sentir incluido no meio social.
Em resumo, é certo que a qualificação de professores e a ativa participação da família é de suma importância para a pessoa com trantorno. Logo, é imprescindível que medidas sejam tomadas pelo Ministério da Saúde - através de libreração de verbas - para que os profissionais de educação recebeam a devida especialização, bem como a intervenção do Ministério da Saúde para concientizar a sociedade sobre a importância que o acompanhamento profissional tem na vida de pessoas com transtornos neurológicos.