Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 23/08/2022
A série mexicana Chaves, apresenta a história de um pobre garoto orfão que sofre em seu cotidiano .E no colégio por não estar no nível dos outros alunos ou não saber responder corretamente perguntas simples, é dado como burro. Fora da ficção, vê-se repetidas vezes nas escolas brasileiras pessoas que são portadoras de transtornos neurológicos e não têm o apoio necessário nesse meio, sendo vítimas de bullying. Diante disso, é visto que isso se dá pelo déficit no suporte educacional e a falta de empatia pelo próximo.
A princípio observa-se que no período atual as pessoas, crianças e adolescentes em maior parte, portadoras desses transtornos têm muitas dificuldades nos ambientes educacionais porque eles não recebem a devida atenção. Visto que em certos momentos são dados como preguiçosos, indisciplinado, desinteressados… e até xingamentos mais severos como ocorria com Chaves. Os que são afetados pelo TDH- Deficit de atenção e Hiperatividade, por exemplo, e obtêm de um sistema educacional precário sem apoios psicológicos, instantaneamente ou futuramente serão afetados, assim como fala a terceira lei da física, facilmente usada no cotidia-no, feita por Isaac Newton: “Toda ação tem uma reação”.
Ademais, o desafio para educar essas pessoas se da não somente pela escassez no sistema, mas também pela sociedade escolar ao redor, a qual dificulta esse processo com a falta de empatia, julgando e magoando o próximo. No filme Cinde-rela, a personagem principal leva consigo uma frase deixada pela mãe que pede para ela ser gentil e corajosa, paralelo a isto o ser social deve ser gentil com os que sofrem e eles, os que passam por dificuldades, devem ser corajosos e seguir em frente.
Logo, para que essa problemática possa vir a ser solucionada medidas precisam ser tomadas. O MEC- Ministério da Educação, em conjunto com o Ministério da Comunicação, por meio de palestras educacionais, devem mostrar ao público esco-lar as dificuldades e maneiras de ajudar essas pessoas, a fim de ensina-las como lidar, ter empatia para com elas e da-las uma maior atenção. E assim, com uma melhor preparação na área, as pessoas portadoras de transtornos neurológicos podem ser melhor recebidas.