Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 05/09/2022

A obra “O Grito” do pintor Edward Munch, transmite, através de uma união de fatores, sentimentos de tristeza e angústia. Baseando-se nisso e, observando-a por meio de uma visão sociológica, é possível correlaciona-la com os problemas vividos por crianças e adolescentes, portadores de transtornos neurológicos, nas escolas públicas brasileiras. Com tal visão estabelecida, dentre as principais dificuldades vivenciadas durante a formação dos alunos, estão a falta de um cuidado especializado e (colocar segundo ponto aqui). Dessa forma, torna-se importante compreender os motivos do porque a educação voltada para neuro divergentes no Brasil tende a ser precária.

Primeiramente, é necessário entender as causas da falta de cuidado especializado para portadores de transtornos neurológicos. Segundo o sociólogo Zygmunt Bauman, em sua teoria sobre as “Sociedades Zumbis”, o mesmo afirma que certos pilares da sociedade, como a educação, especialmente em escolas públicas, apesar de existirem, não cumprem sua função designada. Isso se deve principalmente a falta de financiamento do governo para a educação pública, o que impede que as escolas direcionem uma parte de seu gastos para propiciar ajuda especializada aos alunos com transtornos como o autismo, que dependendo do grau, precisa de um acompanhamento mais centralizado para que possa aprender corretamente.