Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 24/08/2022
Não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis. A declaração de René Descartes, filósofo e matemático francês, nos permite refletir sobre como os desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras é uma questão a ser enfrentada de forma mais organizada pela sociedade brasileira, visto que a problemática em questão deve ser debatida e resolvida pelos brasileiros, já que a grande maioria das instituições educacionais não estão aptas para receber alunos portadores de deficiências cognitivas.
Primordialmente, convém lembrar que “todo ser humano tem direito a educação”. Conforme dispõe o artigo de número 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, todo e qualquer ser humano tem direito a uma boa educação. A questão da escolaridade para pessoas portadoras de necessidades especiais, há muitos anos tem sido pauta de discussões, tendo em vista a grande quantidade de indivíduos que sofrem para se adaptar no meio estudantil. O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, aprova a lei que garante o diagnóstico e tratamento precoce aos alunos da educação básica. A informação exposta não é coerente com a realidade brasileira, uma vez que não existe amparo, na maioria das vezes, para aqueles que tem neurodiversidade, deixando o indivíduo insento de uma educação de qualidade. Dessa forma, o Estado como principal responsável pelo poder administrativo deve atuar em favor da sociedade, para garantir uma escolaridade boa para todos.
Ademais, é sabido que ocorre muitas desistências escolares no Brasil, apresentado pelo IBGE. Nos últimos anos, principalmente por meio das mídias sociais, é possível analisar várias situações em que Crianças e adultos desistem de concluir ensinos básicos e superiores, por causa da não adaptação no meio escolar. Essas notícias, ifelizmente, são muito decorrentes nos dias atuais, por consequência da inrresponsabilidade governamental.