Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 29/08/2022
Na curta-metragem “Delicadeza é azul”, exibido em 2021, tem como tema o autismo e suas dificuldades na vida escolar, qua causa uma série de reflexões nos espectadores perante a luta pelo aprendizado e inclusão. Para além da obra, o contidiano brasileiro vive em paralelo ao filme com signficativa semelhança em relação aos desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras. Nesse viés, torna-se crucial analisar as causas desse revés, dentre as quais destacam a negligência governamental e a desinformação social.
Nesse viés, em primeiro lugar, é imperioso notar que a negligência do Estado potencializa a dificuldade para a eduação de pessoas com transtornos neurológicos. Esse contexto de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbis, que as descreve presentes na sociedade, todavia, sem cumprirem sua funçãõ social com eficácia. Sob essa ótica, devido a baixa atuação das autoridades, há um défict de profissionais capacitados nas escolas para lidar com alunos portadores de transtornos neurológicos, o que dificulta também um diagnóstico precoce. Nessa perspectiva, para a completa refutação da teoria do estudioso polonês e mudança dessa realidade, faz-se imprescindível um intervenção estatal.
Outrossim, é igualmente preciso apontar a falta de infomação para com a sociedade sobre os transtornos neurológicos como outro fator contribuinte para a manutenção de tal mazela. Posto isso, o filósofo brasileiro Mario Sérgio Cortella, em um de seus vídeos cita que a infomação é a chave para não ser ignorante. Diante de tal exposto, a falta de conhecimento por parte da sociedade referente aos transtornos neurológicos, gera uma série de problemas, como, o não reconhecimento dos pais em alguma diferença comportamental que se assemelha a algum transtorno, fazendo com que a criança