Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 29/08/2022
Apesar de nos dias atuais o preconceito com pessoas que possuem transtornos neurológicos terem diminuido, ainda existem dificuldades para a melhor forma de ensino para esses indivíduos.
De acordo com o site agenciabrasil.ebc.com.br em 2014, 886.815 alunos com deficiência, altas habilidades e transtornos globais do desenvolvimento foram matriculados nas escolas brasileiras. Esse número tem aumentado ano a ano. Em 2018, chegou a cerca de 1,2 milhão.
No Brasil cerca de aproximadamente 86% da população possuem algum transtorno mental, de acordo com www.anamt.org.br.
O ensino para essas pessoas é de fato mais dificil e requer o máximo de atenção, para que apesar de suas dificuldades esses indíviduos tenham oportunidades como qualquer outro.
Com tudo palestras com os responsáveis, investimentos dos orgãos públicos em professores especializados para lidar com esses transtornos, psicologos disponíveis nas escolas públicas e particulares a todo momento para o atendimento, caso seja necessário, aulas dinâmicas e bem elaboradas. Todos esses fatores juntos podem facilitar o aprendizado dessas pessoas nas escolas do Brasil e aumentar a aceitação dessas pessoas na sociedade.
Por tanto devemos entender que limitações existem sim, e que não podemos transforma-las em um obstáculo, mas sim em mais um degrau a se subir na escada do objetivo de cada um.