Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 01/09/2022

A segregação do ensino destinado à pessoas com transtorno de neurodesenvolvimento no Brasil é notório, pois há falta de proficionais qualificados e metodologias improprias,o que leva ao abandono escolar .Além disso, há leis que não são concretizadas para a incorporação desses alunos.

Primeiramente, é importante destacar que para o Filósofo alemão Heberne, incluir não é só trazer para perto, mas também respeitar e crescer junto.Logo, afalta de preparo dos centros educacionais não é inclusivo e gerar a evação escolar.

Em adição, segundo dados do UNICEF - Fundo das Nações Unidas para a infância- revelam que existem 93 milhões de crianças com deficiencia no mundo e que quase metade está fora da escola.Entretando, no Brasil há medidas que combatem o acesso prejudicado a esses estudantes na rede de ensino, porém há a falta de concretização das Leis o que leva a estagnação do avanço a intregação.

Portanto, para o acesso de pessoas com transtornos a uma educação adquada, é necessário que o governo crie meios de concretização das leis já criada, a exemplo da lei sansionada em 2020 que obriga o poder público a oferecer caminhos para que as necessidades dos alunos sejam atendidas por proficionais qualificados, mas que não é notória em grande parte das escolas. Essas ações devem ser promovidas por meio da capacitação dos proficionais, para que tenha um adquado apredizado, e fiscalizações periódicas pela polícia municipal para que as leis sejam devidamente compridas e caso de descumbrimento fique válido a aplicação de multa.