Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 02/09/2022

O filósofo Raimundo de Teixeiras, em 1889, adaptou o lema “Ordem e Progresso”, não só para a Bandeira Nacional Brasileira, mas também para a nação que, atualmente, enfrenta inúmeros empecilhos para o seu desenvolvimento. Nessa perspectiva, destacam-se os desafios para educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas. Dessa forma, essa realidade se deve a negligência governamental e a falta de formação de docentes especializados.

Diante desse cenário, segundo a Carta Magna todos cidadãos têm direito a uma educação de qualidade, entretanto, tal preceito não se efetiva de maneira homogênea, principalmente para pessoas com transtornos neurológicos. Nesse viés, a ausência de divulgação para uma convivência saudável com essas pessoas dificulta a inclusão das mesmas nas escolas, o que acarreta em um aprendizado defasado, segundo o jornal The News. Portanto, é de suma importância sanar o entrave supracitado.

Outrossim, é notório que a falta de uma formação de docentes especializados em lidar com pessoas especiais é um fator que auxilia no aumento da temática. Dessa maneira, no Brasil, há poucos profissionais capacitados para educar pessoas com transtornos mentais, menos de 5%, consoante o site Datafolha. Nessa realidade, fica explícito a necessidade de formar educadores preparados para ensinar esses cidadãos, de maneira que todos tenham um ensino equiparado.

Destarte, medidas são necessárias para mitigar tal problemática. Logo, o Ministério da Educação, em parceira com o governo, deve promover campanhas conscientizadoras, por meio das mídias —redes sociais e tv — a fim de aumentar a inclusão na sociedade e nas escolas, bem como o mesmo órgão público deve formar mais professores capacitados e disciplinado para educar esses cidadãos heterogêneos, com intuito de atenuar os obstáculos que perduram na formação de pessoas com transtornos mentais.