Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 12/09/2022

Na última década, tem-se, mais abertamente, falado sobre transtornos neurológicos. Estes, que afetam o sistema nervoso do cérebro, influenciam de forma direta na vida das pessoas que têm alguma neurodiversidade, como Autismo e Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Na escola, pessoas que apresentam sintomas de tais alterações, por vezes, não são diagnosticadas, o que gera uma implicância da sociedade ao acharem que são burras porque não aprendem com facilidade. Além disso, os pais e as escolas não sabem lidar com alunos com essas dificuldades, de modo a reprimir mais ainda sua educação.

Em primeira análise, os transtornos neurológicos, antigamente, não eram considerados algo relevante de ser diagnosticado e tratado. Sendo assim, pessoas com tais dificuldades eram acatadas pela população como gente sem inteligência, por conta do impasse de aprender. Hoje, mais falado, esse assunto ainda é, muitas vezes, desconhecido pela família do portador, de forma principal os pais, que não tem acesso à esse conhecimento. Visto isso, alunos que vão mal na escola por conta desses problemas continuam a estudar sem a devida ajuda para se preparar e mentalizando que não dispõem de capacidade.

Em primeira análise, os transtornos neurológicos, antigamente, não eram considerados algo relevante de ser diagnosticado e tratado. Sendo assim, pessoas com tais dificuldades eram acatadas pela população como gente sem inteligência, por conta do impasse de aprender. Hoje, mais falado, esse assunto ainda é, muitas vezes, desconhecido pela família do portador, de forma principal os pais, que não tem acesso à esse conhecimento. Visto isso, alunos que vão mal na escola por conta desses problemas continuam a estudar sem a devida ajuda para se preparar e mentalizando que não dispõem de capacidade.

Logo, o governo -principal responsável pelo cuidado à saúde da sociedade- deve, por meio de concursos, contratar profissionais da área para acompanhar essas crianças, com o objetivo de auxiliá-las a ter uma educação melhor. Ademais, as escolas podem, através de palestras, conscientizar os pais e as famílias sobre transtornos neurológicos, a fim de que eles observem e, caso preciso, busquem ajuda.