Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 07/09/2022
A Constituição Federal de 1988 estabeleceu a universalização do ensino a todos os cidadãos brasileiros. No entanto, os desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos é presente, esse revés é ocasionado pela negligência do Estado é a ineficácia das escolas.
Nesse contexto, cabe destacar que a educação é um direito assegurado constitucionalmente a todos os cidadãos brasileiros. Nesse viés, é pertinente trazer o pensamento de Hanna Arendt, diz que: “A essência dos Direitos Humanos é o direito a ter direito”. Dessa forma, depreende-se que o Estado é contrário a esse pensamento, visto que não assegura o direito a educação desses estudantes, porque não desenvolve um método de ensino que ajude o aluno com transtornos neurológicos a organizar e manter a atenção, dessa forma desafios são gerados, como a dificuldade de aprender, dominar a leitura e na resolução de atividade proposta na escola, logo é indispensável o debate sobre o tema.
Ademais, a ineficácia das escolas coopera com revés. Porque possuem um método de ensino que não se aplica de maneira correta para os alunos com transtornos neurológicos, visto que as pessoas com Déficit de Atenção e Hiperatividade, e transtorno de Espectro Autista necessitam de uma metodologia que ajude na concentração, mas infelizmente o método que as escolas oferecem não visa essa necessidade.
Portanto, para os desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos, deixe de ser presente nas escolas brasileiras. Cabe ao Ministério da Educação, Órgão responsável por gerir os projetos educacionais do país, em parceria com as escolas deve debater e garantir o direito à educação para esses alunos, por meio de debates e palestras entre professores e pais para a criação de uma metodologia de fácil compreensão, com a finalidade de que esses desafios não sejam presente na educação dessas pessoas, mediante a essas ações concretas a essência dos Direitos Humanos que Hanna Arendt defende será presente no Brasil.