Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 08/09/2022
Na visão do filósofo inglês John Loocke, cabe ao Estado a proteção de todos os indivíduos, bem como à proteção a vida, à propriedade e à liberdade, que são direitos inalienáveis. Hodiernamente, observa-se os desafios para a educação de pessoas com transtornos neorológicos, ocorre devido a falta de atitude do Governo e a perpetuação de uma cultura individualista. Diante disso, é preciso conhecer os diversos estigmas desse problema, na propensão de solucioná-lo.
Sob essa ótica, oberva-se que, pessoas com transtornos neorológicos, enfrentam grandes dificuldades na educação, devido incapacidade das esferas públicas de exercerem seu papel simbólico e a garantia dos direitos constitucionais. Esse fato decorre da histórica inabilidade estatal em promover medidas que visam a facilitação na educação de pessoas com transtornornos neorológicos, como projetos de inclusão e ocompanhamento individual dos alunos. Nesse contexto, parafraseando Chico Xavier, a omição de quem pode e não auxilia um povo, é considerado como um crime contra a comumidade inteira.
Em semelhante proporção, a cultura individualista é o intenso mecanismo desse impasse. Isso porque, o passado histórico ainda repercute no meio social, congeminando a inércia do sodalício, mediante situações dertupadoras como delimitar os direitos de uma minoria, não disponibilisando do que eles necessitam para uma educação de inclusão e qualidade, ultrajada pela mentalidade notadamente errônea, fruto da base Colonial brasileira. Logo a reversão desse paradigma, configura-se como importante dever político Nacional.
Torna-se evidente, portanto, que a falta de atitude do Governo e a perpetuação de uma cultura individualista, são portanto importantes vetores da problemática. A fim de que haja a imprescindível superação desse panorama, faz se necessário que o Governo em paralelo ao Ministério da Educaçao, invista em políticas públicas, como a disponibilização de vagas para todos e a especialização de professores, para assim oferecem a educação que os autistas e outros deficientes merecem. Dessa forma, a sociedade idealizada por John Loocke será uma realidade empírica, e não um ideal ou uma ultopia.