Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 09/09/2022

Na antiga civilização espartana, pessoas que nasciam com transtornos ou patologias não eram aceitas de forma alguma, transtornos neurológicos são doenças que acometem as estruturas do sistema nervoso. O fato se assemelha aos obstáculos encontrados hoje com os desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras, não só pelo preconceito, mas também pelo despreparo das instituições.

Sob essa perspectiva, convém enfatizar a frase da cientista polaca Marie Curie: “Não é possível melhorar a sociedade sem antes melhorar os indivíduos”. A citação se aplica aos desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras, já que o preconceito que está entranhado na sociedade dificulta mais ainda a problemática, fazendo com que os alunos com, por exemplo, síndrome de down e autismo se sintam excluídos e não pertencentes ao local em que se encontra devido à forma de como são tratados em salas de aula e outros locais de aprendizagem.

Além disso, é retratado na série da Netflix “Atyical” a vida de um estudante com autismo que passa por diversos problemas e dificuldades devido à sua condição, com problemas para se comunicar e fazer os outros entenderem seu lado. A ficção tem os mesmos aspectos da realidade brasileira, com a falta de infraestrutura e preparação para com os indivíduos com transtornos neurológicos (como a falta de profissionais e locais silenciosos e sem a presença de “gatilhos”).

Portanto, medidas são necessárias para solucionar esse problema. Para isso, é fundamental que Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Saúde, promova projetos sociais, como palestras e campanhas em escolas e diversos locais públicos como teatros e praças, com psicólogos engajados no assunto afim de conscientizar a sociedade e as instituições em prol da diminuição dos desafios para a educação com as pessoas com distúrbios neurológicos.