Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 09/09/2022
A constituição federal de 1988, um documento jurídico que tem uma grande importância no país, mostra no seu artigo 6°, o direito de ter a educação para pessoas com transtorno neurológicos como inerente a todo cidadão brasileiro. No entanto, tal prerrogativa não tem de reverberado com ênfase na prática quando se observa que as pessoas com transtorno neurológicos precisam ter educação também, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Inicialmente analisando, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o desleixo na educação brasileira. Nesse sentido é importante mostrar que hoje em dias muitas pessoas tem transtorno neurológicos, como deficit de atenção. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Loke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cuidadões desfrutem de direitos indispensáveis, para contribuir com desenvolvimento da educação inclusiva, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a falta de estrutura em algumas escolas para que se possa adaptar para a sociedade como impulsionador do bullying no Brasil. Segundo Immanuel Kant " o ser humano é aquilo que a educação faz dele". Diante da falta de estrutura algumas pessoas deixam de frequentar as escolas por isso e por medo do preconceito também. Logo é inadmissível que esse cenário continue pendular.
Portanto, a necessidade de se combater esse obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Educação, por intermédio de mudar os locais e fazer com que as pessoas comecem a mudar o seu pensamento em relação ao preconceito, e correr atrás de meios que possam mudar por uma sociedade em conjunto. Assim se consolidará uma sociedade mais sagaz, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social” tal como afirma John Loke.