Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 26/10/2022

A Declaração Universal dos Direitos Humano busca garantir a todos os cidadãos pleno acesso aos direitos básicos, como saúde e educação, além de preservar a integridade e a dignidade do ser humano. Entretanto, tais garantias são negligenciadas quando pessoas com transtornos neurológicos não têm a educação necessária nos institutos brasileiros. Logo, esse obstáculo se dá pela falta de conhecimento acerca desses distúrbios e o preconceito enraizado da sociedade com os portadores.

Em primeira análise, conforme Sêneca, filósofo romano, ´´a educação exige maiores cuidados, porque influencia sobre toda a vida``. Paralelo à isso, na contemporaneidade, percebe-se que um bom ensino é imprescindível na vida do povo. Contudo, as pessoas portadoras de transtornos, devido à falta de entendimento da população, não recebem a educação especializada para o aprendizado das matérias escolares fundamentais na vida do estudante. Desse modo, quanto mais a sociedade não procurar se informar sobre esses transtornos, mais difícil será para combater esses desafios na educação.

Em segunda análise, o preconceito contra esses seres também é um fator contribuinte para esse impasse. No filme, ´´O primeiro da classe`` o adolescente Brad Cohen, que é portador da Síndrome de Tourette, sofre diversos preconceito e a incompreensão das pessoas em relação à sua Síndrome. Fora das telas, a realidade é bem parecida, e a ignorância a respeito dos distúrbios é algo comum e fácil de ser encontrado fora, e dentro das escolas. Outrossim, é indubitável que a escassez de informação cause estranhamento em quem se depara com os portadores.

Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar a problemática. Para tanto, o Ministério da educação faça campanhas de conscientizão em lugares de maior movimento, além de comerciais em horários com um melhor número de espectadores, motivando maior conhecimento sobre o assunto. Ademais, as escolas devem fazer rodas de conversas entre os alunos ensinando e explicando a importância da inclusão com esses indivíduos. Assim, a realidade brasileira poderá ser diferente.