Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 05/10/2022

Um transtorno mental é uma disfunção na atividade cerebral que afeta o humor, o comportamento, o raciocínio, os estilos de aprendizagem e os estilos de comunicação de um indivíduo. Nesse sentido, as escolas brasileiras apresentam certos desafios para a educação de pacientes com distúrbios neurológicos. Portanto, é necessário analisar como lidar com as dificuldades de aprendizagem do respeito aos direitos humanos.

O diagnóstico de autismo é impreciso, a incidência do transtorno é imprevisível e não determina o estilo de vida de uma pessoa. O aluno autista é um desafio para os educadores, pois além de ser uma criança que necessita de cuidados individualizados, também requer atenção, uma variedade de estratégias e alguns eventualmente sofrerão preconceito. De maneira análoga, é possível perceber que por falta de administração e fiscalização pública por parte de algumas gestões, a proteção às pessoas com autismo não é firmada.

Nessa perspectiva, pesquisas do Instituto USP mostram que, em crianças, o autismo tem mais chance de recorrência do que câncer e diabetes, e que mais de 60% dos pais de crianças com autismo só percebem esses sintomas quando seus filhos têm 8 anos ou mais. Mostra a falta de compreensão do assunto. Portanto, mudanças nos valores sociais são essenciais para superar as barreiras da ignorância.

Diante do exposto, é necessário que as pessoas com transtornos estudem em grupo, sentadas ao lado do quadro e do professor, uma sala com poucos detalhes que podem distrair, e principalmente permitir mais tempo para concluir as tarefas sem impunidade, são algumas das coisas que podem ajudar estas crianças, e ao Ministério da Educação implantar, com o auxílio de psicólogos e psiquiatras, uma disciplina de orientação educacional para estudantes autistas.