Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 06/10/2022
O artigo 5º da Constituição Federal de 1988, defende o direito pleno de qualquer cidadão. No entanto, quando se refere a educação de pessoas com transtornos neurológicos, tal direito não tem sido assegurado, uma vez que elas não recebem o mesmo tratamento social e nem a mesma qualidade de ensino que os demais alunos. Além disso, profissionais não estão bem treinados para lidar com os mesmos.
Segundo o instituto Neurosaber, no Brasil, existe em torno de 40% de crianças nas escola que apresentam dificuldades no processo de aprendizagem escolar. No qual, a grande maioria sofre ou já sofreu algum preconceito sobre a sua forma de aprender. Contudo, sabe-se que esse destrato pode afetar muito mais sua forma de aceitação pessoal, em relação aos transtornos.
De acordo com o filósofo Immanuel Kant “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Porém, os profissionais das escolas muitas vezes não são capazes de lidar com alunos que possuem dificuldades. Entretanto, isso faz com que os mesmos sofram consequências em seus estudos.
Em virtude dos fatos mencionados, cabe a população se conscientizar a respeito dos transtornos existentes, entender que é algo “normal” nas escolas e que devem respeitados. Todavia, é dever do governo investir nas instituições escolares, promovendo campanhas profissionalizantes para professores que queiram lidar de forma correta com os alunos. Dessa forma, será possível construir uma sociedade mais cautelosa e igualitária para todos estes cidadãos.