Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 06/10/2022

As crianças com dificuldades de aprendizagem não são valorizadas e, em vez disso sofrem bullying, dificultando a matrícula desses alunos. No Brasil, a situação se agravou porque o investimento em educação não têm sido o esperado neste país. Nesse caso, é necessário que o estado analise os motivos para a resolução desse problema, como a falta se profissionais capacitados e a falta de comprometimento dos pais no processo educativo.

Além disso, é preciso dizer que o problema da integração no aluno na aprendizagem é agravado pela falta de profissionais qualificado, impulsionado pelo fraco investimento público, como o alto custo dos estádios de futebol durante a Copa do Mundo de 2014 no Pau-Brasil. Como resultado, há uma falta de financiamento para treinar educadores ou até mesmo apoiar programas de assistência à infância.

Contudo, vale ressaltar que toda a culpa não deve ser atribuída ao Estado, pois o comprometimento dos pais pobres com problemas de seus filhos só irá piorá-los. O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) afirma que 33% dos pais não estão totalmente comprometidos com a doença do filho, dificultando o aprendizado, mostrando que nem sempre os pais amam seus filhos porque se o fizerem darão todo o apoio. O artigo 208, que trata da Educação Básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos, afirma que é dever do Estado garantir “atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino”.

Portanto, é responsabilidade do Estado prestar assistência adequada aos professores, pais e responsáveis de crianças carentes, formar educadores e empregar psicoeducadores para melhorar o ensino nas escolas. Além disso, é necessária a criação de uma ouvidoria pública para facilitar a comunicação entre os cidadãos e o Estado, flexibilizando o processo de melhoria na maioria dos casos.