Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 05/10/2022
Segundo o artigo 205 da constituição federal diz que “a educação como direito de todos, dever do Estado e da família, com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e direito ao atendimento educacional especializado". Hoje em dia as escolas começaram a dar mais “atenção” as pessoas que necessitam por terem algum transtorno, como défcit de atenção e hiperatividade.
As pessoas com transtornos neurológicos passam por muitas dificuldades, tanto quanto a inclusão social no ambiente escolar, quanto em questões da “vivência” fora da escola; é preciso também analisar com profissionais o grau do transtorno, a causa de ajudar o aluno no seu melhor desenvolvimento e estratégias que favoreçam a aprendizagem, tendo o apoio da família, e dos profissionais envolvidos no meio de estudo para meios de ensinos adaptados.
Há muitos tipos de transtornos; como o autismo que é muito comum pessoas assim em escolas “normais” por terem seu nível de autismo “médio para baixo”. O autista é muito inteligente, mas em questões não presta atenção, fica muito sozinho, as vezes se torna agressivo, demora para se desenvolver socialmente (maturidade), não gosta de barulho o que em meio em sala de aula é difícil conter, e por todas questões é um desafio a sua inclusão social. E todos alunos devem colaborar para melhor desenvolvimento social e educacional do indivíduo.
Todavia é também um dever dos professores “conterem” a situação de pessoas com transtornos, em sala de aula. Há pessoas com défcit de atenção e hiperatividade (TDAH), são essas as pessoas que tem dificuldade em prestar atenção, são “agitadas” e os profissionais devem ajuda-lo a se concentrar na meteria, retirando as coisas que deixam-o disperso, como deixar o aluno perto do movimento do corredor, perto dos amigos assim sendo a melhor opção ficar próximo do professor para melhor concentração.