Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 06/10/2022
Segundo o filósofo Immanuel Kant “O homem é o que a educação faz”; Porém, muitas escolas não conseguem acolher alunos com deficiência, como o autismo, que precisam de mais atenção para progredir em seu desenvolvimento pois suas condições neurológicas tendem a ser mais complexas que de alunos com capacidades cerebrais normais.
Primeiro, o número de pessoas com autismo matriculadas em escolas públicas está crescendo cerca de 37 % ao ano, então as escolas que não têm os pré-requisitos para atender esses alunos acabam se adaptando para atendê-los. Muitas vezes, a falta de especialistas que atendem crianças e adolescentes com TEA (transtorno do espectro autista) afeta fortemente o aprendizado desses alunos, pois deveriam ter turmas separadas, para que pudessem estudar no mesmo nível dos demais colegas.
Em segundo lugar, de acordo com a lei de Berenice Piana, toda pessoa com autismo tem direito ao acesso à educação. Assim como o filme (A Boy Named PO), que captura as dificuldades de Patrick com TEA, habitando uma vida normal em sociedade, cria um universo paralelo onde ele está quando criança. Este trabalho fílmico visa, indiretamente, evidenciar a exclusão social que é muito presente nas escolas onde os jovens com este distúrbio neurológico são vítimas de bullying, preconceito e exclusão, entre outras coisas.
Por fim, ressaltamos a importância da secretaria de Educação, trabalhar com a secretaria de Saúde para desenvolver programas de atendimento especializados para pessoas com autismo e outras deficiências por meio de salas privativas mais dinâmicas.