Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 06/10/2022

No ano de 2007 foi lançado o filme “Como estrelas na Terra”, e a história do filme conta a história do personagem Ishaan Awasthi, um garoto indiano de 8 anos com problemas escolares graves devido a condição de dislexia e ao conhecer o professor de artes Ram Shankar Nikumbh o garoto consegue despertar seu verdadeiro potencial. E juntamente da dislexia, autismo, TEA, TDAH, paralisia cerebal, epilepsia, tiques, distúrbios de comportamento e malformações cerebrais, condições que prejudicam o aprendizado de pessoas pelo mundo todo. E juntamentete disso, as dificuldades que prejudicam a educação inclusiva.

As pessoas com trantornos neurológicos em geral tem problemas em adquirir aprendizado, dentre eles temos: a comunidade escolar despreparada para lidar com a inclusão, Isso acontece porque não possuímos uma educação voltada à inclusão. Apesar de a Língua de Sinais Brasileira ser reconhecida como uma segunda língua do país, ela é ensinada apenas aos alunos surdos, não se estendendo aos alunos sem deficiência; temos também a infraestrutura escolar que não atende às especificações da educação inclusiva, para que a escola possa aceitar e desenvolver o ensino-aprendizagem de alunos especiais, ela precisa estar devidamente estruturada, o que acontece é que isso nem sempre é cumprido, sobretudo em escolas públicas, que contam muitas vezes com um baixo investimento governamental, dificultando a circulação dos estudantes nas dependências da escola, também contamos com o preconceito e o défict de profissionais especializados.

Sob o mesmo ponto de vista, a falta da educação inclusive acaba implicando de forma altamente negativa no desempenho escolar do aluno, além de promover e legitimar uma preconceituosa ideia de inferioridade dos que são diferentes, por parte do resto da classe e até da própria vítima. Esses elementos impõe tristeza e desestímulo com os estudos.

Observando o cenário, existem soluções para que resolva o problema da má qualidade e a falta de educação inclusiva: contratação de profissionais para apoio, investimento em capacitação dos profissionais, acolhimento e abertura do diálogo familiar.