Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 06/10/2022

“Mas eu sou uma aberração, eu sou um esquisitão, o que diabos estou fazendo aqui? Eu não pertenço a este lugar”, frase dita na música “Creep”, da banda Radiohead, se encaixa na dificuldade de incluir pessoas com transtorno neurológico nas escolas brasileiras. Segundo o site da BBC, 2 milhões de crianças são dignosticadas com os transtornos, e mesmo com evidência de números altos, ainda há a dificuldade ao acesso dessas minorias à educação, trazendo problemas para a educação do país. Com isso, convém analisar as causa, os efeitos e as soluções para o problema.

Segundo o site da BBC, uma lei federal de 2012 garantiu a autistas o acesso à educação e ensino profissionalizante em escolas regulares. Entretanto, as escola não estão sendo adaptadas para o acesso desses alunos, bem como os professores não são treinados para adaptar a aula e a comunicação dos casos mais delicados desses estudantes. Com isso, nasce a dificuldade na adaptação do ensinos nas escolas, bem como, o preconceitos dos alunos com os autistas e deficientes.

Além dos autistas que possuem problemas ao se adaptar nas escola, há também os surdos-mudos que são mais afetados pela falta de adaptação da escolas do país. Segundo o IBGE, cerca de 1 milhão de crianças e jovens até 19 anos possuem deficiência auditiva até 2010, e 12 anos depois, esse número dobrou. Através desse conceso, há a problematica ao acessos a inúmeros jovens não só na educação como fora da escola, embora o governo sancionou a Lei 14.191, de 2021 que insere libras na base da educação brasileira, não está sendo o suficiente para a inclusão dos deficientes à sociedade.

Portanto, o Ministério da Educação deve criar métodos para inclusão de autista e portadores de deficiência auditiva, como salas de aulas especiais voltada para esses estudantes e a inclusão de LIBRAS como língua obrigatória para professores e alunos. Bem como as redes sociais devem incetivar a população estudar a língua surda, através de propagandas nas redes-sociais e em out-door. Para que assim, mais as pessoas da comunidade autista, surda-muda e deficientes sejam inclusos na sociedade como ser-humano e não interfira nos estudos desses individuos.