Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 06/10/2022

A luta pelo reconhecimento do sujeito com deficiência veio a ocorrer na Europa apenas no século 19 e no Brasil na metade do século 20. Portanto, há necessidades educacionais especiais, e hodiernamente ainda é possível observar o cenário nas escolas.

Em princípio, é importante destacar que a realidade educacional teve foco sobre as matrículas de alunos na Educação Especial no Brasil entre 1974 e 2014. Nesse sentido, em 40 anos o número de matrículas teve aumento em todas as regiões no período de 2007 a 2014, esse aumento é promissor, entretanto, insuficiente para conhecer as condições da escolarização. Segundo Bueno (2006), destaca que, as questões pedagógicas diretamente relacionadas ao ensino desse sujeito permanecem sendo pouco observadas.

Ademais, é válido ressaltar que impactam o desempenho na vida escolar. De acordo com Meletti e Bueno (2010), tendo em conta as estimativas de incidência de pessoas com deficiência da Organização Mundial de Saúde (OMS) é 10% da população, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística são 23,9% no Censo Demográfico de 2010 (IBGE), adotadas oficialmente do Brasil. Partindo desse pressuposto, uma parcela muito pequena dessa população recebe algum tipo de escolarização no país.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Para isso, é preciso que o governo da educação, por intermédio ajude as escolas, convidando profissionais especializados acerca da inclusão e de como a falta pode afetar a vida dessas pessoas, dessa forma, essas pessoas terão uma evolução progressiva em questão as consequências da falta da igualdade e inclusão de pessoas com transtornos neurológicos, além de contribuir para um bem estar, com a finalidade de que tenha uma educação igualitária. Com isso, pode-se esperar mudanças na maneira como o Brasil funciona a respeito da falta de igualdade entre as pessoas com transtornos neurológicos.