Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 06/10/2022
Os transtornos mentais são condições que afetam o humor, o raciocínio é o comportamento de um indivíduo. Visto isso, pessoas com distúrbios mentais tendem a ter dificuldades no ambiente escolar. Dessa forma, deve-se reconhecer que muitas escolas não apresentam uma estrutura correta para receber tais alunos.
Entretanto, o número de alunos com transtornos do espectro autista(TEA) matriculados em escolas no Brasil aumentou 37% de acordo com dados do Inep. Sob essa ótica, a doutora em educação pela PVC-Rio, Andrea Ramal afirma que “Não é ideal o professor apenas explicar o conteúdo, ele deve observar o comportamento dos seus alunos.” Portanto, é notório que as escolas brasileiras precisam de profissionais preparados para atender a especialidade dessas crianças com transtornos neurológicos.
Assim, em 2008 com a dificuldade é desafios que alunos com transtornos mentais possuíam foi criada a Lei do Segundo Professor de Turma, com o objetivo de dar os direitos necessários para o professor mas atender e acompanhar o aluno para o seu desenvolvimento acadêmico. Porém, muitas instituições não adotam a medida do Segundo Professor que é essencial para o bem estar e inclusão no ambiente escolar deste grupo social, desencadeando o declínio do desenvolvimento social e acadêmico do estudante com transtornos.
Logo, é preciso de medidas que possam incluir esse grupo social no ambiente escolar com os cuidados necessários para o desenvolvimento dos alunos com algum transtorno neurológico. Por meio do auxílio e acompanhamento de um segundo professor em sala de aula, a fim de que o aluno tenha alguém a recorrer se preciso e consiga manter seu foco e atenção na aula, para que assim o aluno tenha um bom desenvolvimento acadêmico e social.