Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 06/10/2022

Uma das maiores metas da atualidade é proporcionar uma educação de quali-dade e igualitária para todos. Porém, a maioria das escolas brasileiras não está pre-parada para receber alunos com algum transtorno neurológico. Muitas vezes há falta de estrutura e falta de inclusão. Logo, é evidente a dificuldade dessas crianças e pode-se citar diversos problemas em relação a falta de preparo dos institutos es-colares.

Em primeiro lugar, é importante destacar que em muitas escolas do Brasil há a falta de profissionais especializados para trabalhar com crianças e adolescentes portadoras de transtornos neurológicos. De acordo com uma pesquisa realizada pela G1, em 2019, o número de alunos com autismo em escolas comuns cresce 37% ao ano. Dessa forma, é evidente a necessidade de profissionais qualificados para lidar com transtornos neurológicos nas escolas, nesse caso o autismo.

Ademais, vale ressaltar que os convívios dos alunos portadores de transtornos nem sempre é ideal. Muitas vezes os outros alunos, que não apresentam transtor-nos, não conseguem se comunicar com os portadores da forma correta. Desse mo-do, pode-se entender que as escolas não dão um ensinamento para os alunos aprenderem e entenderem o que são esses transtornos e como lidar com eles.

Portanto, é necessário que o governo e o Ministério da Educação deixem como obrigatório a presença de profissionais especializados em todas as escolas, para que sempre tenha alguém especialista e apto para trabalhar com uma criança com transtornos. Além disso, as autoridades deveriam adicionar nas escolas o ensina-mento de como lidar com pessoas com transtornos para alunos e professores, pa-ra que o problema de convívio acabe.