Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 06/10/2022
Um transtorno neurológico se desenvolve quando há alguma anormalidade no cérebro, medula espinhal, nervos ou terminações nervosas. Dependendo do tipo de distúrbio, a pessoa tem problemas com o equilíbrio, movimentos ou com o fun- cionamento da mente, que pode prejudicar o ensino para essa pessoa. O grande
desafio, nesse sentido, é garantir o acesso, permanência e aprendizagem dos alu- nos que apresentam especificidades sensoriais, cognitivas, físicas e psíquicas no sistema regular de ensino.
O número de pessoas com autismo matriculados em escolas públicas, crescem em torno de 37% ao ano, desse modo, as instituições que não tem os requisitos
necessários para atender estes estudantes, acabam se adaptando para transmitir
o conteúdo a eles. Muita das vezes a falta de profissionais especializados para tra-
balhar com cianças e adolescentes portadora do transtorno do espectro autista,
influencia no aprendizado desses alunos, por eles terem aulas especiais.
E de acordo com Valle maia, a adaptação curricular se define o conjunto de modificações que se realizam nos objetivos, conteúdos, critérios e procedimentos
de avaliação, atividades e metodologia para atender as diferenças individuais dos
alunos. Por isso essa pessoa com autismo encontra várias dificultades ao engressar
na escola regular, e essas dificuldades passam a fazer parte da rotina dos professo-
res e da escola como um todo.
Para isso ser resolvido, é necessário que o ministério da educação e o ministé-
rio da saúde, criem um programa de atendimento especial a pessoas autistas, por
meio de aulas em salas separadas com atividades mais dinâmicas, proporcionando
então um ensinamento mais amplo e de fácil aprendizado, para ajudar a melhorar o desenvolvimento de estudo nas escolas, das pessoas com esse tipo de problema
de autismo.