Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 06/10/2022
As diferentes vozes transportam-nos para um mundo irreconhecível mas com o qual coexistem. O que escapa da zona de conforto é o comportamento que o interessado precisa adotar para se adaptar a esse estilo de vida agitado, diferente e paciente. O autismo não é incomum, mas eles precisam de mais cuidados. Esta é a atual reviravolta da verdade e levanta inúmeros desafios na integração de pessoas com transtorno do espectro do autismo (ETA) em ambientes sociais. Porque, a maioria das pessoas que sabem muito pouco sobre a síndrome tendem a se comportar de maneira bem diferente ao conectar pessoas autistas com pessoas que não conseguem falar, brincar ou socializar.
O que não se sabe é que pessoas com autismo, mesmo com distúrbios neurológicos, são capazes de realizar qualquer atividade sob sua condição. Além disso, a causa do desenvolvimento embrionário perturbado permanece clinicamente desconhecida. No entanto, a pesquisa da Interactive Medicine sobre epigenética e ETA aponta que os fatores epigenéticos não podem mudar o gene em si, mas sim como ele é lido. Isso desencadeia uma possível variabilidade genética que pode levar a defeitos, anormalidades, síndromes e doenças. Portanto agrotóxicos e metais pesados, como compostos presentes no meio ambiente, podem fomentar o conceito de autismo.
Infere-se, portanto, que é necessário tomar medidas para solucionar o problema abordado. Portanto, é responsabilidade do Ministério da Saúde, em cooperação com o Ministério da Educação, realizar oficinas nas escolas, especialmente para ações que promovam a comunicação com pessoas com autismo, a fim de melhorar sua competência social no ambiente escolar. Além disso, buscar uma compreensão ampla de como otimizar o desempenho e a autonomia na vida de um indivíduo é fundamental para os fundamentos familiares. É assim que o desafio de incluir pessoas com autismo na sociedade moderna pode ser aliviado.