Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 06/10/2022
Diversas vezes, o auxílio para pessoas com TEA (transtorno de espectro autista) é deficitário, fazendo com que sofram da falta de pessoas especializadas para esse tipo de situação escolar. É fato de que profissionais especializados nessa área são poucos. Todavia, apesar de haver muitas crianças com essa funcionalidade, graças ao avanço da tecnologia é possível descobrir o quanto antes essa síndrome, auxiliando os pais na busca de melhores opções educacionais para seu filho.
Levando em conta de que estamos vivendo um período pós-pandemia, a educação como num todo, sofreu muito devido ao fato de o sistema não estar apto para esse tipo de situação. Segundo o site da Gente.globo, mais de quatro milhões de estudantes do ensino fundamental ficaram sem nenhuma atividade durante o período. Já para os alunos com espectro autista, muitos optaram por manter o EAD (ensino a distância), possivelmente devido o auxílio de especialistas, e diagnósticos de que para estes, lugares calmos e tranquilos são prazerosos.
Tendo em vista que dão muitos alunos que possuem esse déficit,se assim pudermos classificar. Segundo dados da UNINTER, através de pesquisas feitas no estado do Paraná, existem cerca de mais de 10 mil alunos matriculados em escolas municipais, sendo que mais de 50% não chegam a completar o ensino fundamental. Isso também se deve ao fato de que os profissionais da educação estão preparados para ensinar seus alunos de forma monótona e única para todos os presentes em sala de aula.
Portanto, é necessário que haja uma especialização maior dos profissionais de educação, para que possam auxiliar mais seus alunos. É necessário que essa especialização comece já, durante o período de formação do profissional e para quem já está atuando, é preciso que o governo dê cursos e diploma para os profissionais se tornarem cada vez mais aptos para o ensino.