Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 06/10/2022

Primeiramente, é importante resaltar que o ensino das escolas brasileiras é inferior a muitas. De acordo com o IBGE, três de cada dez brasileiros são considerados analfabetos funcionais. Ou seja, a educação para pessoas que não possuem transtornos neurológicos já é precária. Fazendo assim necessário ainda mais formas de priorizarem a educação das pessoas com tais transtornos.

Por exemplo, para cuidar e ensinar uma pessoa possuidora de TEA (transtorno do espectro autista) é preciso conhecimento sobre como lidar com tal transtorno. E com a falta de incentivo e educação que o professor (a) recebe, se torna praticamente impossível cuidar ativamente do indivíduo em particular.

Portanto o incentivo e a devida preparação do professor (a), por parte das intituições reguladoras das metodologias dos profissionais da área de educação, é indispensável. Assim a dedicação e o empenho de cada professor ou professora se torna verdadeiramente efetivo para o ensino dos alunos com trantornos neurológicos.