Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 06/10/2022
Somente na década de 60 a educação inclusiva passou a ser discutida no Brasil,
Entretanto, sabe-se que mesmo atualmente, a maioria das escolas estão inaptas para receber alunos deficientes, que muitas vezes necessitam de atenção dobrada para sua progressão no aprendizado.
No contexto atual, sabe-se que as pessoas portadoras deficiências como o espectro autista acabam passando por desigualdade social, sendo elas tachadas como burras ou estranhas, e em casos extremos até sofrendo bullying, tanto por crianças, quanto por professores em alguns casos.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 17 milhões de brasileiros possuem deficiência.
Ademais, as escolas também possuem desafios para lidar com a educação inclusiva, sendo um deles a falta de profissionais especializados, sendo eles muitas vezes necessários estando lado a lado em todos os momentos. Esses profissionais são essenciais, para alunos surdos, por exemplo, pois são a ponte para facilitar a comunicação e entendimento do aluno, mas, por não haverem muitos profissionais nessa área, alguns alunos acabam tendo dificuldades na comunicação com colegas e no processo de aprendizado.
Em virtude dos fatos mencionados, conclui-se que o governo deve fornecer uma estrutura flexível e adaptada para as escolas, sugerir que haja o ensino de libras, e também um ensino para os professores sobre como lidar com os alunos deficientes. Dessa forma, será possível que o professor conscientize os estudantes, para que haja melhor inclusão e comunicação entre os colegas e o aluno especial.