Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 06/10/2022
Na nossa sociedade, é preciso refletir sobre o processo de inclusão escolar, pensar como a escola vem lidando com as deficiências e outras necessidades especiais. Diante de pesquisas bibliográficas, questiona-se: o que é de fato a inclusão? O que leva as pessoas a terem entendimentos e significados tão diferentes? Cabe aqui tecer algumas reflexões, pois dessa forma contribui-se para uma prática menos excludente e menos preconceituosa.
Segundo o site educacaopublica.cecierj.edu.br, a inclusão de pessoas com necessidades especiais tem sido alvo de grandes reflexões, debates e discussões, e mesmo em meio a tantas políticas públicas inclusivas, ainda se pretende responder à exclusão, tão marcante em nossa sociedade, e para que a Educação Inclusiva ocorra com qualidade, a Lei de Diretrizes e Bases, em seu Art. 59, destaca como devem ser atendidos os educandos com necessidades especiais, em que destaca as principais diretrizes para o atendimento desses alunos.
A educação tem por base quatro pilares: aprender a conhecer; aprender a fazer; aprender a conviver; e aprender a ser. Firmar a educação inclusiva em todos esses pilares é garantir que a aprendizagem de crianças e jovens com deficiência aconteça por meio das várias possibilidades de desenvolvimento que podemos encontrar na escola.
É necessário tratar esse tipo de situação com cautela, cuidar daqueles que possuem problemas neurológicos e dar uma atenção especial. Um hábito que é possível propor é a criação de atividades especiais para essas pessoas, seja lições escolares, provas e até mesmo diferentes hobbies para eles serem educados da devida forma.