Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 06/10/2022

O Brasil tem cerca de 9,7 milhões de pessoas com deficiência auditiva, segundo o IBGE, mas existe uma grande diversidade. Há surdos que se comunicam em Libras, a língua brasileira de sinais, há outros que nascem surdos e aprendem a falar, os bilíngues que perderam audição, mas sabiam falar antes.

Os surdos oralizados ou sinalizados tem capacidade de comunicação e não podem ser considerados mudos. As pessoas que conseguem ouvir um pouco ou perderam a audição depois de aprender a língua portuguesa, se acomodam melhor em escolas regulares.

A libras é uma língua própria, o surdo que se alfabetizou em libras tem uma cultura própria, é uma língua que muda de país pra país. É comum que essas pessoas chamadas de surdos sinalizados aprendam a língua portuguesa como uma segunda língua em escolas bilínques.

Os Professores podem simplesmente ter uma atenção especial, falando de forma devagar, pra que os surdos oralizados desenvolvam a leitura labial. Um processo que, segundo educadores, é bem complexo e exige muito dos alunos.

A escola tem que oferecer o que o aluno precisa.

O primeiro passo é procurar as atitudes, junto com o aluno, junto com as famílias, que possam trazer essa criança pra ser incluída em sala de aula, mas a base de tudo é a atitude de quere incluir, de querer que o aluno seja parte da turma.