Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 14/10/2022
Segundo a médica psiquiatra Dra. Ana Beatriz Barbosa, “É crucial a importância de informação e conhecimento sobre o assunto, a fim de melhorar a convivência e estimular bons comportamentos nas crianças com TDAH, tanto por parte da família quanto por parte da escola”, portanto é de suma importância a compreensão da sociedade em relação ao indivíduo portador de transtornos psicológicos.
Diante desse cenário, pouco se é discutido e tratado na sociedade, principalmente nas escolas e dentro de casa, são eles os transtornos neurológicos mais comuns: TEA (Transtorno de Espectro Autista) e TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade), onde comumente o portador da doença nem sabe que possui a mesma, o indivíduo prejudicado apresenta os sintomas desde a infância, onde seu comportamento é mais perceptível nas escolas, lugar onde exige concentração e foco, é imposto também ordens e disciplinas, que mesmo ele não gostando terá que realizá-las, é no comportamento do ser que professores irão comunicar os responsáveis e a escola, para que haja um tratamento com profissional e ajuda especializada nas escolas.
Ademais,orientar pais e professores sobre o que são esses transtornos e como lidar com as crianças que apresentam essas doenças, facilita e resolve diversos problemas futuros, especialmente na fase adulta, onde o ser que não teve a atenção adequada e tratada na infância se encontra com dificuldades na vida social e trabalho, e também com o avanço dos transtornos, podem acarretar em outras doenças, como por exemplo, a depressão.
Mediante os fatos expostos, é de suma importância o auxílio e a compreensão da escola e da família com o indivíduo para que no futuro não acarrete em novos problemas, o Ministério da Saúde, e o Ministério da Educação juntamente com os Meios de Comunicação, deveriam criar projetos de conscientização por meio das mídias e palestras, e também dando acessibilidade para atendimentos por profissionais da saúde nas escolas.