Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras

Enviada em 27/10/2022

Na série, The Good Doctor, vemos a história de Shaun, um estudante de medicina autista prestes a se formar, é retratado ao longo da sequência as dificuldades vividas por ele. Do mesmo modo, no Brasil, pessoas com transtornos neurológicos passam pelas mesmas dificuldades em torno da educação, muitas vezes pelo despreparo das escolas e também pelo preconceito encerido no seu meio.

As escolas brasileiras, estão de certa forma paradas no tempo quando se trata de melhorias, para atender pessoas com necessidades especiais, a falta de acompanhamento especializado, e de materiais especificos, ocasiona no impediemento de alunos com disturbios neurológicos cursarem o ensino básico e superior. Por este motivo, hoje, existe uma grande parcela de familias buscando uma vaga em escolas que consigam contribuir para o ensino e aprendizado de seu filho(a) especiais.

No filme, “O Extraordinário”, retrata a vida de Auggie, um menino com uma deformação no rosto, que ao entrar na escola mostra a dificuldade, que seus colegas tem em o aceitar por ser diferente, sendo assim, outro fator problemático no Brasil, é o preconceito incerido no meio escolar tanto por parte de professores como de alunos, casos de agressões, bullying, entre outros, se tornaram comuns no dia a dia das instituições de ensino, tornando o convivio desprazeroso para a vitíma e muitas vezes causando a desistencia do meio escolar. Neste quesito, o que já era dificultoso acaba por se tornar um desafio ainda maior, para o aluno com deficiência mental ,que além de ter problemas para aprender, ainda tem que lidar com essas situações embaraçosas e depreciadoras.

Sendo assim, é papel do Ministério da Educação, junto ao Ministério da Saúde, agir nos pontos sugeridos, colocando pessoas especializadas para cada caso de transtornos, que saberam o que fazer em cada situação especifica, e materíal próprio e explicativo para o ensino destes alunos. E também, tratar o preconceito, para que não afete na convivência dos estudantes, ao invés disso, tornar uma relação agradável e auxiliadora para o aprendizado de todos.