Desafios para a educação de pessoas com transtornos neurológicos nas escolas brasileiras
Enviada em 28/10/2022
Em “A Teoria de Tudo”, baseado na biografia de Stephen Hawking, o filme mostra como o jovem astrofísico fez descobertas importantes sobre o tempo, além de retratar o seu romance com Jane Wide e a descoberta de uma doença motora degenerativa quando tinha apenas vinte e um anos. Assim como, as dificuldades enfrentadas por ele em sua vida educacional, ainda ocorre na atualidade: o bullying e a dificuldade de lidar com a doença. A partir desse contexto, não se pode hesitar – é imprescindível compreender os impactos gerados pela falta de identificação oficial da população.
De fato, é nítido ver que as pessoas com transtornos pisicológicos estão a cada dia mais com dificuldade em sua vida educacional. Seja por falta de profissionais, que influencia fortemente no aprendizado desses alunos, pois eles deveriam ter aulas especiais, com isso eles teriam o mesmo nível estudo que os demais colegas de classe ou a falta de empatia do ambiente nas escolas. De acordo com o Ministério de Educação, o número de pessoas com transtornos matriculadas em escolas públicas, crescem em torno de 37% ao ano, desse modo, as instituições que não tem os requisitos necessários para atender estes estudantes, acabam se adaptando para transmitir o conteúdo a eles.
Segundo a Lei nº 10.216/2001, que tem por finalidade proteger e garantir os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. Conforme esta lei, todos os pacientes que padecem de transtornos mentais têm direito a ter acesso ao melhor tratamento do sistema de saúde, adequado às suas necessidades, bem como ser tratado com humanidade e respeito, e no interesse exclusivo de beneficiar sua saúde, visando alcançar sua recuperação pela inserção na família, no trabalho e na comunidade.
Em síntese, medidas devem ser tomadas pelo Ministério da Educação e Governo Federal para se obter um atendimento especial a pessoas portadoras de algum transtorno neurológico, por meio de aulas em salas separadas com atividades mais dinâmicas, proporcionando um ensinamento mais amplo e de fácil aprendizado. Além de serem empregadas a importância da empatia e paciência pelo próximo no ambiente solicitado.